Os cientistas da TUM revolucionam os materiais com bioinspiração!

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Saiba mais sobre o Prof. Stefan Guldin e seu inovador grupo de pesquisa em matéria mole na TUM em Munique.

Erfahren Sie mehr über Prof. Stefan Guldin und seine innovative Forschungsgruppe für weiche Materie an der TUM in München.
Saiba mais sobre o Prof. Stefan Guldin e seu inovador grupo de pesquisa em matéria mole na TUM em Munique.

Os cientistas da TUM revolucionam os materiais com bioinspiração!

A Universidade Técnica de Munique (TUM) está impulsionando o desenvolvimento de materiais e tecnologias sustentáveis ​​com novas iniciativas. O foco está no grupo de pesquisa liderado pelo professor Stefan Guldin, que trabalha para Complex Soft Matter na TUM School of Life Sciences. Guldin, que também atua como codiretor científico do projeto Proteins4Singapore, traz consigo uma vasta experiência de sua carreira de pesquisa. Após concluir seu doutorado no Laboratório Cavendish da Universidade de Cambridge e períodos de pós-doutorado na École Polytechnique Fédérale de Lausanne (EPFL), ocupou diversos cargos na University College London. Em 2024 ele finalmente retornou à TUM, onde agora desempenha um papel fundamental em importantes questões de pesquisa sobre o desenvolvimento futuro de materiais.

O grupo de pesquisa está intensamente envolvido na ciência de colóides e interfaces, bem como na física da matéria mole. Destacam-se especialmente os projetos de investigação sobre a auto-organização de blocos de construção em nanoescala, que se destinam ao desenvolvimento de materiais bioinspirados com propriedades semelhantes às dos sistemas biológicos. Esses novos materiais têm o potencial de revolucionar a indústria alimentícia, a saúde e a tecnologia ambiental.

Foco no desenvolvimento de materiais sustentáveis

Como parte dos projetos de pesquisa, por exemplo, estão sendo realizados trabalhos em emulsões e géis multifásicos. Estes sistemas são essenciais para o desenvolvimento de produtos inovadores, como alternativas à carne à base de proteínas. O controle estrutural destes materiais permite criar propriedades físicas, químicas ou biológicas específicas, tornando-os ideais para inúmeras aplicações.

Outro foco está na estabilização ou desestabilização de fases dispersas, o que leva ao controle direcionado das propriedades do material. A aplicação de tecnologia bioinspirada promete não apenas abordagens inovadoras na pesquisa de materiais, mas também soluções ecologicamente corretas para tratamento de água e remediação de poluentes.

Visão de longo prazo para a Alemanha

O projeto “InnoBioMat”, apoiado pela acatech e pelo Ministério Federal de Educação e Pesquisa (BMBF), visa desenvolver ainda mais o potencial de inovação de materiais de inspiração biológica. Está sendo investigado como tais materiais podem ser melhor integrados na cadeia de valor industrial. Por exemplo, podem ser desenvolvidos materiais recicláveis ​​ou biodegradáveis, bem como sistemas inteligentes que possam auto-reparar-se.

O líder do projeto, Peter Fratzl, do Instituto Max Planck de Colóides e Interfaces, enfatiza a importância da conexão entre a pesquisa básica e as aplicações práticas. As tecnologias emergentes, como a impressão 3D e a digitalização, são cruciais para o desenvolvimento futuro de materiais sustentáveis. Estas abordagens apoiam a estratégia do governo federal para promover a sustentabilidade e a aplicação de princípios naturais no desenvolvimento material.

No geral, as abordagens de investigação na TUM e as iniciativas da acatech deixam claro que a Alemanha é um líder internacional na investigação básica sobre o desenvolvimento de materiais bio-inspirados. Estes passos importantes são cruciais para garantir a competitividade da Alemanha no mercado global e para enfrentar os desafios da próxima década, particularmente nas áreas da química, energia e saúde.

Com estas visões e iniciativas de investigação, Stefan Guldin e a sua equipa estão a dar o exemplo para um futuro sustentável que será caracterizado por materiais e tecnologias inovadores.

Universidade Técnica de Munique | LSE TUM | acatech