Lausitz em transição: ciclovia inovadora desafia as mudanças climáticas!

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A BTU Cottbus e a ZALF estão a desenvolver ciclovias adaptadas às alterações climáticas na Lusácia para promover a bioeconomia e o turismo.

Die BTU Cottbus und das ZALF entwickeln klimawandelangepasste Radwege in der Lausitz, um Bioökonomie und Tourismus zu fördern.
A BTU Cottbus e a ZALF estão a desenvolver ciclovias adaptadas às alterações climáticas na Lusácia para promover a bioeconomia e o turismo.

Lausitz em transição: ciclovia inovadora desafia as mudanças climáticas!

A Lusácia está a reinventar-se como uma região modelo para o cicloturismo e a bioeconomia adaptados ao clima. Como parte do projeto de pesquisa “Inovações paisagísticas na Lusácia para uma bioeconomia adaptada ao clima e um turismo de bioeconomia natural” (LIL-KliBioTo), a Universidade Técnica de Brandemburgo de Cottbus-Senftenberg (BTU) e o Centro Leibniz de Pesquisa de Paisagem Agrícola (ZALF) desenvolveram a primeira ciclovia da Alemanha adaptada às mudanças climáticas. A ciclovia denominada “Kühle Spur” corre entre os lagos Altdöberner e Großräschener e estabelece novos padrões na adaptação das ciclovias aos desafios das alterações climáticas.

A iniciativa é particularmente importante porque a Lusácia é considerada uma das regiões mais sensíveis da Europa Central. O aumento dos dias quentes de verão já está a ter um sério impacto na agricultura e no cicloturismo baseado na natureza na região. Estes desenvolvimentos trazem consigo a necessidade de tomar medidas para garantir a atratividade da região para os ciclistas. Graças à paisagem lacustre em desenvolvimento e às ciclovias temáticas bem desenvolvidas, a região oferece um grande potencial, que deve agora ser utilizado de forma direcionada.

Medidas de adaptação às alterações climáticas

As medidas iniciadas pelo projeto da ciclovia incluem um percurso direcionado através de áreas florestais sombreadas e a instalação de bebedouros. Também serão instalados elementos paisagísticos para proporcionar sombra e tornar a sua estadia mais agradável. Os cientistas usam drones para analisar os efeitos da temperatura na paisagem e identificar pontos críticos de calor e frio. O objetivo é promover o uso sustentável do espaço.

O planejamento da ciclovia também leva em consideração a perspectiva dos usuários. Além de uma extensão razoável do percurso, estão incluídos pontos de interesse, áreas de descanso, oportunidades de natação e conexões com transporte público local. Foi criado um mapa interativo com pontos quentes e frios na Lusácia para informar os ciclistas sobre as condições climáticas. Além disso, os resultados do projeto serão divulgados por meio de aplicativos para atingir um público amplo.

Pesquisa e abordagens interdisciplinares

O projeto, que começou no final de 2022 e vai até o final de outubro de 2025, está sendo realizado como parte da aliança de pesquisa “Land-Innovation-Lausitz” (LIL) e é financiado pelo Ministério Federal de Pesquisa, Tecnologia e Espaço (BMFTR). Mais de 60 parceiros de diversas áreas, como pesquisa, negócios, agricultura, política e administração, estão envolvidos na implementação. A investigação interdisciplinar oferece à Lusácia a oportunidade de actuar como uma região modelo para uma utilização do solo adaptada ao clima.

A importância do projeto é enfatizada por especialistas como o Prof. Sonoko Bellingrath-Kimura, co-diretor do programa “Uso e Governança da Terra” da ZALF, e o Prof. Ambos reconhecem a urgência de desenvolver soluções inovadoras face às alterações climáticas, a fim de proteger a biodiversidade e estabelecer formas sustentáveis ​​de turismo.

Globalmente, o projecto visa promover o cicloturismo e, ao mesmo tempo, adaptar a bioeconomia na Lusácia. Os desafios colocados pelas alterações climáticas exigem ações rápidas e abordagens inovadoras para garantir a beleza e a utilização da região no futuro.

Um site está disponível para mais informações sobre o tema e o projeto LIL-KliBioTo: LIL-KliBioTo. Detalhes sobre o trabalho de pesquisa e as medidas também podem ser encontrados no site Universidade Técnica de Brandemburgo Cottbus-Senftenberg.