Futuro da agricultura: scanner a laser 3D revoluciona a época da colheita!

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Pesquisadores da Universidade de Würzburg estão desenvolvendo um sistema de scanner a laser 3D para análise precisa de plantas para robôs de colheita no campo.

Forscher der Uni Würzburg entwickeln ein 3D-Laserscannersystem zur präzisen Pflanzenanalyse für Ernteroboter im Freiland.
Pesquisadores da Universidade de Würzburg estão desenvolvendo um sistema de scanner a laser 3D para análise precisa de plantas para robôs de colheita no campo.

Futuro da agricultura: scanner a laser 3D revoluciona a época da colheita!

A investigação sobre tecnologias inovadoras para apoiar a agricultura está a ganhar impulso. Uma equipe de roboticistas da Universidade de Würzburgo desenvolveu um avançado sistema de scanner a laser 3D que agora está sendo usado como parte de um projeto no Instituto Leibniz de Engenharia Agrícola e Bioeconomia (ATB) em Potsdam. O principal objetivo desta iniciativa tecnológica é realizar análises precisas das plantas no campo, principalmente na época da colheita.

Um incentivo fundamental para este projecto é a crescente escassez de trabalhadores qualificados na agricultura. Para contrariar esta situação, mais trabalho está a ser feito para desenvolver robôs de colheita. O professor Andreas Nüchter da JMU Würzburg enfatiza que os protótipos existentes ainda não estão totalmente desenvolvidos e esta adição tecnológica representa uma alternativa promissora.

Detalhes tecnológicos do scanner a laser 3D

O recém-desenvolvido sistema de scanner a laser 3D já passou com sucesso nos testes iniciais. Ele é montado em uma estação transportadora de sensores que orbita 120 macieiras em espaldeira. Este sistema permite registrar com precisão o estado das plantas, como o teor de água dos frutos. Esta funcionalidade é crucial para que os robôs de colheita determinem o momento ideal de colheita.

Para os responsáveis ​​pelo projeto, a instalação do sistema no local de testes em Potsdam, liderado pela Dra. Manuela Zude-Sasse, é um avanço significativo. O sistema de sensores será usado continuamente para monitorar macieiras até novembro de 2025. O scanner funciona em temperaturas entre 0 e 40 graus Celsius e funciona com luz estruturada que projeta três comprimentos de onda diferentes (520 nm, 660 nm, 830 nm) nas plantas.

Os sinais refletidos permitem obter informações espaciais precisas, de importância central para o registro das propriedades fisiológicas das plantas. A segurança tem a maior prioridade: O scanner foi projetado para uso experimental e pode ser prejudicial se for feito contato visual direto. Existem, portanto, controles rígidos de acesso à área de medição para manter afastadas pessoas não treinadas. As próprias plantas não são ameaçadas pelos raios laser.

Pesquisa e colaboração

O projeto utiliza as competências essenciais da robótica na JMU e da pesquisa agrícola na ATB. O objetivo é melhorar a base de dados para trabalhos de modelagem e definir requisitos específicos para futuros robôs de colheita. Andreas Nüchter também traz para o projeto experiência com scanners a laser para aplicações espaciais, o que consolida ainda mais seu conhecimento.

Esta tecnologia avançada poderia, portanto, não só contribuir para aumentar a eficiência na agricultura, mas também ajudar a resolver um problema premente no sector.